´´Milhares de anos atrás, o ser humano começou a contemplar o propósito de sua existência pela primeira vez, não apenas seu corpo perecível e como alimentá-lo e organizar o mundo ao seu redor.

Um desejo foi despertado nos seres humanos para chegar às suas raízes e descobrir o que os forma, esculpe, cria e organiza biologicamente.

A compreensão da natureza biológica dos seres humanos não é o problema. O problema é entender de acordo com que leis e com que intenção operam as forças que os criaram.

As pessoas ainda fazem essas perguntas de geração em geração. A partir da pergunta básica sobre o sentido da vida, elas penetraram cada vez mais profundamente na natureza, e a natureza as ajudou a fazer isso.

Sua intenção era simples; elas queriam chegar à origem da vida. Elas procuraram entender por que existimos neste mundo e de que maneira é possível observar nosso estado futuro. Nós estamos nos movendo em direção a ele de uma forma desejável ou há outra direção? Será que tudo o que fazemos é automático?

As dúvidas surgiram nas pessoas em relação a diferentes modos de vida: se é preferível avançar no âmbito de uma vida pessoal e limitada ou avançar junto com toda a humanidade. Não importa que esse progresso consistisse na invenção de clavas, panelas de barro ou cabanas. O mais importante é para onde estamos nos movendo internamente. Como podemos criar nosso destino futuro e será que temos liberdade de escolha?

Essas perguntas levaram a humanidade a começar a descobrir as forças da evolução que chamaram de “poder oculto” ou “o anjo Raziel“.

Os seres humanos começaram a investigar gradualmente por que as habilidades e o conhecimento apareciam neles, porque hoje é diferente em comparação a ontem, e o que está acontecendo na natureza que os obriga a mudar.

O processo evolutivo também é típico dos macacos, mas as pessoas contemplam isso e os macacos não. Os macacos não mudam a si mesmos e ao mundo à sua volta, mas as pessoas têm uma necessidade de fazer isso. Em outras palavras, desde o início há um conhecimento inerente aos seres humanos que os leva adiante.

Perguntas são estimuladas por isso, como: “Se há uma força superior que sempre desperta novos pensamentos e ações em mim, eu posso decidir para onde dirigir meus pensamentos e determinar minhas ações desta maneira?

Eu posso conseguir um resultado final que não tenha sido completamente esperado pela força que me controla? Se esse resultado for inesperado, isso significa que, com base em minhas conclusões pessoais, eu mesmo sou o gerente?” As pessoas devem saber se estão avançando e se estão fazendo isso corretamente.

A questão da liberdade de escolha aparece nas pessoas a partir de uma compreensão de que estão completamente trancadas dentro de uma natureza determinista que gerencia seus pensamentos e emoções.

As pessoas não têm nada de si mesmas, mas tudo o que existe no intelecto e emoções lhes vem de uma fonte obscura, e elas não podem fazer nada em relação a isso. As pessoas são parte de um “dispositivo”, que envia sinais para elas, e estes as colocam em ação. Isto ocorre inclusive se a pessoa não sente este dispositivo e não pensa que é parte dele.

Se aceitamos a suposição de que tudo funciona assim, tudo se torna mais simples. Aja de acordo com seus instintos e desejos, crie sistemas industriais, econômicos e políticos; faça qualquer coisa que venha à mente.

Não considere a questão de onde seus pensamentos e desejos vêm e para que propósito eles foram dados, porque você é o mecanismo de sua implementação. Nós não sentimos que estamos implementando um programa “alienígena” porque sentimos que ele é nosso, vive dentro de nós, e é assim que a humanidade existe.

Embora não exista liberdade de escolha, a meta-programação dá às pessoas a ilusão da liberdade de escolha. No entanto, algumas pessoas começaram a se perguntar: “De onde estou recebendo esses sinais? Eles aparecem em mim espontaneamente ou são provenientes do programa de um poder superior? ”

A visão religiosa afirma que se as pessoas foram criadas pelo programa da natureza, elas podem confiar no programa em funcionamento para seu benefício. Uma vez que a natureza superior está um passo acima dos seres humanos, é boa, razoável e compassiva, o que significa que tudo é derivado da graça divina e o que será, será.

Existe outro ponto de vista que diz que se somos geridos pela natureza, temos a possibilidade de investigar este sistema de nossa gestão, conectando-nos a ele e compreendendo até que ponto e como podemos cooperar com ele reciprocamente já que a natureza criou dentro de nós os pré-requisitos para que possamos compreendê-la.

Este é o ponto de vista que foi formulado na Torá que Moisés escreveu, mas mesmo antes de sua criação, havia escritos idênticos de outros Cabalistas. Desde Adão, todos os que alcançaram o mundo espiritual descreveram o poder superior de gestão, o mecanismo que ativa toda a criação.

Moisés escreveu o livro mais abrangente, de A a Z, de “Bereshit” (“no princípio”, a primeira palavra da Torá) até “Israel” (a última palavra na Torá). Tudo o que acontece na criatura desde suas primeiras fundações até que seja materializado em nosso mundo, bem como seu estado futuro final é expressa na Torá.

A Torá é considerada fundamental. Embora seja escrita em uma linguagem única, não há nada nela que seja em um sentido literário. A Torá não fala de pessoas que trabalham no mundo, mas apenas de forças que gerem a criação, as forças que gerenciam o enorme sistema que está além da nossa realização e em que nós, e até mesmo o nosso mundo, estamos incluídos como uma pequena parte.

A Torá é o sistema de gestão geral da criação que inclui dentro dele os níveis inanimado, vegetal, animal e falante da natureza desde a sua criação espiritual através de sua formação materialista até a conclusão bem-sucedida de seu futuro desenvolvimento chamado de fim da correção.“

Texto: Michael Laitman

.

.

.

ReConenctando a Sua Essência

Curso: Liberdade emocional com EFT

Mentoria Espiritual com Caio Fábio – Exclusivo

Mapa Numerológico para Autoconhecimento.
De 400R$, por 139R$! Faça o seu! Click aqui!

Anúncios