TEXTO PARA ALERTAR SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BOA ALIMENTAÇÃO PARA O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO.

 

 

É interessante notar, no entanto, que dobbing (1981) sugeriu que todas as deficiências de nutrientes exercer a sua influência através de uma via comum de restrição do crescimento do cérebro de alguma forma.

O fato de que o estudo da nutrição é fundamental para a ciência do cérebro muitas vezes passa despercebido por neuropsicólogos e neurocientistas cognitivas que tendem a considerá-la como uma variável de pouco ou nenhum interesse. O mais fundamental, e ao longo da vida, a energia para alimentar o cérebro vem da ingestão alimentar, principalmente sob a forma de glicose(carboidratos).
Outros elementos na dieta diária também influenciar a função cerebral, proporcionando os recursos para a manutenção da atividade do sistema nervoso central (CNS); Greenwood e Craig (1987), por exemplo, descrevem algumas maneiras em que a ingestão de alimentos pode afetar a neuroquímica: fornecendo precursores para a síntese de neurotransmissores; fornecendo vitaminas e minerais que servem como co-factores essenciais para a atividade da enzima durante a síntese; fornecendo gorduras alimentares que podem afetar as propriedades das membranas das células nervosas. Variações em processos neurais, tais como estes, resultante da ingestão alimentar, podem ter consequências cognitivas demonstráveis.

 

PARA QUEM É MÃE E PAI, OU VAI SER: a nutrição tem um importante papel a desempenhar no desenvolvimento inicial do cérebro. E tem mães(ignorantes) que dão refrigerantes na mamadeira para os bebês ao invés de amamentar com leite materno. Percebem como a nossa sociedade é ignorante e burra?! Os nossos problemas de saúde são devidos a má alimentação desde a infância, ou seja, SÃO OS PAIS QUEM  SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA MÁ SAÚDE DAS CRIANÇAS, DO ADOLESCENTE E DEPOIS DO ADULTO. Os pais precisam ler mais para evitar ser uns pais inúteis, aqueles pais que não sabem cuidar nem de si e ainda resolvem ter filhos(coitados dessas crianças) para sofrerem, devido a ignorância paterna. PAI E MÃE, se o seu(a) filho tem má saúde ou problemas graves de saúde, saiba que vocês pais são os grandes responsáveis(diretamente ou indiretamente). Se você que é pai e mãe cometeu O GRANDE ERRO de alimentar seu(s) filho(s) com alimento industrializados, saiba que vocês são os RESPONSÁVEIS pela saúde mental e física de seu(s) filho(s), se você ama o(s) filhos que tem, passe a alimentar corretamente a criança. Seu bolso e suas crianças agradecem se você parar de ser ignorante. (esse alerta é do blog)

Em adição a estes efeitos em toda a vida humana, a nutrição tem um importante papel a desempenhar no desenvolvimento inicial do cérebro. Na verdade, de acordo com Walker (2005), a nutrição é, possivelmente, a variável ambiental única que pode ter a mais ampla gama de efeitos sobre o desenvolvimento do cérebro. No entanto, é importante lembrar que ele é um dos muitos outros fatores ambientais, tais como status socioeconômico, o apego materno e nível de educação dos pais, que desempenham um papel importante no desenvolvimento neural. Recentemente, factores epigenética (ou seja, modificações no genoma que não envolvem alterações na sequência de nucleótidos) foram mostrados para ser modificáveis por factores ambientais, tornando este um mecanismo candidata para a mediação dos efeitos da experiência precoce no desenvolvimento do organismo (Zhang e Meaney, 2010;. chama et al, 2013).

Há duas características de nutrição que enfatizam o seu importante papel: Rosales et al. (2009) têm apontado que a nutrição é a única que pode modificar diretamente a estrutura genética e também mediar como os fatores genéticos são expressos. É também mais passíveis de modificação de muitos outros fatores.

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Uma das marcas da neuropatologia do desenvolvimento é a ideia de que um estímulo terá seu maior efeito sobre as estruturas e processos que estão em desenvolvimento no momento em que é aplicada. Em outras palavras, o sistema nervoso central é mais vulnerável à influência do meio ambiente, tais como a alimentação, quando ele está num estado de mudança e plasticidade é; no caso de o bebé humano, este período de rápido crescimento e desenvolvimento, conhecido como o “surto de cérebro”, estende-se desde o início do terceiro trimestre da gravidez até ~ 2 anos de idade (Gilmore et ai., 2012). Georgieff (2007) afirma que o cérebro é particularmente vulnerável às influências da nutrição entre 24 e 42 semanas de gestação. Durante o surto de crescimento, o cérebro segue uma sequência invariante de eventos do desenvolvimento, começa com a proliferação neuronal e da migração, seguido de diferenciação neuronal, a formação de padrões conjuntivos, processos subtractivos sob a forma da morte neuronal e eliminação sináptica e, finalmente, a mielinização ( de Graaf-Peters e Hadders-Algra, 2006). Com a idade de aproximadamente 2 anos, o volume do cérebro humano atingiu 80-90% do tamanho adulto (Knickmeyer et al., 2008). Este período rápido de crescimento tornou-se um foco de investigação sobre como a variação na ingestão nutricional pode afetar o desenvolvimento do cérebro posterior. Isso não significa, é claro, que a nutrição não pode exercer efeitos em outros momentos, mas prevê um contínuo ao longo da vida, com variações na vulnerabilidade de diferentes idades. Muitos estudos têm investigado o papel importante desempenhado pela nutrição materna através da placenta no desenvolvimento do cérebro (Morgane et al., 1993). Antonow-Schlorke et ai. (2011), por exemplo, relatou que mesmo restrição moderada de nutrição materna durante a gravidez, a um grau não é incomum no mundo desenvolvido, resultou em grandes perturbações de desenvolvimento cerebral em babuínos.

(…)Estudos deste tipo ilustra que um evento no início da vida, durante uma janela de desenvolvimento limitado, podem “programar” as diferenças de longa duração, isto é, que a nutrição pode funcionar como um estímulo de programação para o crescimento. Embora grande parte da evidência de uma ligação entre crescimento e adultas resultados iniciais foi observacional, uma série de estudos baseados em ensaios clínicos randomizados (ECR), relatou que a nutrição precoce foi mostrado para programar resultados relacionados à saúde, como pressão arterial (Singhal et al., 2008), obesidade (Singhal et al., 2010), e aterosclerose (Singhal, 2006). Estes resultados levantam a questão de saber se a nutrição precoce também pode programar a cognição e as suas bases neurais subjacentes(…)

É interessante notar, no entanto, que dobbing (1981) sugeriu que todas as deficiências de nutrientes exercer a sua influência através de uma via comum de restrição do crescimento do cérebro de alguma forma.

(Creio que esses trechos citados nesse post já servem de alerta sobre a alimentação e o cérebro. Quem não ficou satisfeito e quer ler a pesquisa completa, click na fonte(abaixo)

FONTE: journal frontier

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